sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Vida e consciência


A Campanha da Fraternidade 2008 levanta a bandeira em defesa da vida, uma vez que tem crescido as ameaças e agressões constantes à vida, o bem mais importante e precioso sobre a face da terra, conforme ressalta Dom Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo.

Entre os vários tipos de ameaças à vida um dos mais cruéis é o aborto, que tem sido objeto de grande polêmica devido a campanhas para sua legalização, seja no Brasil, seja em outros países em desenvolvimento. Não é possível que aqueles que entendem a crueldade do ato abortivo sejam favoráveis à sua prática.

O diálogo incluído a seguir, que vem circulando em vários meios, principalmente na internet, envolvendo uma mãe e um médico, é muito ilustrativo no sentido de mostrar como, muitas vezes, as pessoas mais diretamente envolvidas podem não estar completamente cientes da gravidade do ato que pretendem realizar. Vale a pena considerá-lo.

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- Doutor, o senhor pode me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos agora e o pior, em tão curto espaço de tempo.
E então o médico perguntou:
- Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, respondeu:
- Quero interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.
O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse à mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
E então ele completou:
-Veja bem... para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar é um crime! Ainda mais meu filho!
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Nisso a mãe percebeu que não há a menor diferença entre matar um ser humano fora ou dentro do ventre!...
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Realmente... será que é difícil de perceber que “... não há a menor diferença entre matar um ser humano fora ou dentro do ventre” ?!...

Será que os abortistas estão realmente conscientes de que o aborto é um assassinato na mais crua e radical acepção da palavra?

Será que os governantes e legisladores abortistas compreendem o significado profundo e as consequências das atitudes que estão perpetrando? Não compreendem que “defender e promover a vida” é uma das principais obrigações do Estado?... Não percebem quanto mais então se deveriam defender os seres humanos nascituros (completamente frágeis e indefesos!!!), as crianças, os idosos, os doentes, os pobres e os excluídos?...

Todos e cada um dos que compreendem o valor da vida podem ajudar para que haja uma conscientização cada vez maior. Como disse um amigo: "O útero antes um lugar seguro, tornou-se hoje uma zona de guerra! Eu posso ajudar a mudar isso"...

“Escolhe, pois, a VIDA!...” (Dt 30,19b)

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